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	<title>Nuno Loureiro | Medicina Desportiva | Lisboa, Porto e Seia</title>
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	<description>Medicina Desportiva &#124; Lisboa, Porto e Seia</description>
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	<title>Nuno Loureiro | Medicina Desportiva | Lisboa, Porto e Seia</title>
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	<item>
		<title>ACP Max – Regeneração Natural para as Articulações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sergio.lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 16:22:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ACP Max]]></category>
		<category><![CDATA[Artrose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ACP Max é um tratamento inovador que usa o próprio sangue do paciente para ajudar na recuperação de articulações lesionadas ou com desgaste e que provocam dor e limitação funcional na pessoa. Como funciona? É feito a partir do plasma rico em plaquetas (PRP), com uma fórmula mais concentrada e eficaz, que estimula a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <b>ACP Max</b> é um tratamento inovador que usa o próprio sangue do paciente para ajudar na <b>recuperação de articulações lesionadas</b> ou com desgaste e que provocam dor e limitação funcional na pessoa.</p>
<p>Como funciona?<br />
É feito a partir do plasma rico em plaquetas (PRP), com uma fórmula <b>mais concentrada</b> e eficaz, que estimula a <b>regeneração natural da cartilagem e dos tecidos</b>.</p>
<p><b>Benefícios do ACP Max:</b></p>
<ul>
<li>Redução da dor articular</li>
<li>Melhora da mobilidade</li>
<li>Recuperação mais rápida após lesões</li>
<li>Procedimento seguro, feito no consultório</li>
<li>Associado a um programa de reforço muscular, mobilidade articular e controlo/diminuição do peso corporal permite atrasar ou mesmo impedir o recurso a Cirurgia</li>
</ul>
<p>O Dr. Nuno Loureiro é pioneiro nesta técnica e utiliza este procedimento guiado por Ecografia, o que permite o máximo de eficácia e com poucas complicações.</p>
<p><b>Ideal para quem sofre com artrose, lesões dos meniscos ou de sobrecarga das articulações por esforço repetitivo. </b><b></b></p>
<p><a href="https://www.nunoloureiro.pt/contactos/">Fale connosco</a> para saber se o ACP Max é indicado para o seu caso!</p>
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		<title>Sabia que nem todas as pessoas que têm uma rotura do Ligamento Cruzado Anterior (LCA) têm de ser operadas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sergio.lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Mar 2025 12:30:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisiatria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A lesão do ligamento cruzado anterior (LCA) é uma das lesões mais temíveis da prática desportiva pelo mediatismo e impato clínico-funcional na pessoa a curto, médio e longo prazo. Trata-se de uma lesão que envolve principalmente desportos de salto e Pivot-Shift (futebol, basquetebol, andebol, etc), com o mecanismo a ocorrer (na maior parte dos casos) [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A lesão do ligamento cruzado anterior (LCA) é uma das lesões mais temíveis da prática desportiva pelo mediatismo e impato clínico-funcional na pessoa a curto, médio e longo prazo.</p>
<p>Trata-se de uma lesão que envolve principalmente desportos de salto e Pivot-Shift (futebol, basquetebol, andebol, etc), com o mecanismo a ocorrer (na maior parte dos casos) sem contato, existindo geralmente um valgo do joelho com rotação externa da tíbia/rotação interna do fémur.</p>
<p>Frequentemente os atletas sentem um “estalo” no interior do joelho associado a limitação funcional imediata com dor, dificuldade na mobilização do joelho, derrame na articulação e dificuldade na marcha com necessidade de apoio de Canadianas.</p>
<p>O diagnóstico é efetuado pela visualização do mecanismo lesional (quando possível) e pela realização de alguns testes no exame objetivo que confirmam (ou não) a instabilidade ântero-posterior e rotatória da tíbia sobre o fémur. Imagiologicamente a Ressonância Magnética é o exame <i>Gold Standard</i> para o diagnóstico e que pode corroborar ou não os achados do exame objetivo.</p>
<p>Posto isto e confirmando-se a rotura aguda do LCA a pergunta que se coloca é: E agora? Tenho de ser operado?</p>
<p>Importa salientar primeiramente que como todos os tratamentos, este deve ser individualizado e adaptado às características da pessoa que sofreu a lesão, dependendo a atitude a tomar (tratamento conservador ou cirúrgico) de uma série de fatores ainda não completamente consensuais e completamente compreendidos (idade, estado de maturação esquelética, desporto praticado e perspectivas futuras, nível competitivo, instabilidade rotatória e ântero-posterior, sensação de instabilidade articular, índice de massa corporal, patologias associadas, etc)</p>
<p>Bem, aqui e assumindo-se rotura isolada do LCA é consensual que atletas de elevado nível competitivo, em desportos acima mencionados, devem ser submetidos a correção cirúrgica do ligamento, podendo ser descritas várias técnicas cirúrgicas. E se a curto prazo esta cirurgia permite uma maior estabilidade articular, também sabemos que a médio/longo prazo (acima de 10 anos) estes atletas irão sofrer um processo de artrose mais acelerado da articulação, com as consequências que daí advém (dor, limitação funcional, imobilismo) mesmo cumprindo um processo de reabilitação com todos os critérios cronobiológicos e clinico-funcionais atingidos e que atualmente ronda os 9 Meses.</p>
<p>Apesar de tudo, para a grande maioria da população que pratica atividade física de forma recreativa, a opção cirúrgica pode ser discutível e em casos muito bem selecionados a nossa experiência assim o demonstra, em que, um tratamento conservador, sem recurso a cirurgia e um protocolo de reabilitação longo e que ronda um mínimo de 9 meses (timing semelhante ao tratamento cirúrgico) confere melhor resultado a curto prazo, sem a comorbilidade iatrogénica da cirurgia, apesar de semelhante taxa de artrose no futuro a médio/longo prazo). Claro está que esta abordagem deve ter em conta as expectativas da pessoa e acompanhada de um programa educativo da história natural da lesão do LCA e dos seus outcomes.</p>
<p>Podemos então argumentar com certeza, que em casos selecionados, a opção conservadora (não-cirúrgica) pode ser uma opção a considerar nalgumas pessoas, com o pressuposto de se efetuar um processo de reabilitação estruturado e manutenção de um trabalho de mobilidade e reforço muscular nos anos seguintes ao episódio, bem como hábitos de estilo de vida saudável, tal como seria desejável com a opção cirúrgica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Peça um <a href="https://www.nunoloureiro.pt/contactos/"><strong>agendamento</strong></a> e saiba como o podemos ajudar na avaliação e tratamento das suas lesões desportivas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Autor:</strong> Nuno Loureiro</p>
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		<title>Como melhorar a dor crónica no joelho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sergio.lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Sep 2024 10:37:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Joelho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dor na articulação do joelho é muito comum, podendo ser provocada pelas mais variadas causas e como tal com várias possibilidades de tratamento para diminuição/resolução das queixas. Se algumas lesões agudas necessitam inequivocamente de tratamento cirúrgico, outras há que pelas suas características e/ou contexto são tratadas de forma conservadora (são as mais frequentes), sendo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A dor na articulação do joelho é muito comum, podendo ser provocada pelas mais variadas causas e como tal com várias possibilidades de tratamento para diminuição/resolução das queixas. Se algumas lesões agudas necessitam inequivocamente de tratamento cirúrgico, outras há que pelas suas características e/ou contexto são tratadas de forma conservadora (são as mais frequentes), sendo que, de uma forma ou de outra (tratamento conservador ou cirúrgico) há consequências a médio-longo prazo (isto já para não falar nas lesões de overuse), como a dor crónica e a limitação funcional que daí advém.</p>
<p>Podemos definir então lesões articulares e peri-articulares como possibilidade de darem dor na articulação, isoladamente ou em conjunto, o que torna fundamental uma avaliação extremamente cuidada, no sentido de correlacionar (ou não) as queixas com as alterações estruturais encontradas. Também o estado funcional da articulação, em termos de amplitudes articulares, capacidade de produção de força, instabilidades e determinados testes especiais devem ser levados a cabo com o objetivo de definir possíveis assimetrias que podem contribuir para o aparecimento, agravamento ou perpetuação de determinadas queixas.</p>
<p>Igualmente, a composição corporal do próprio indivíduo condiciona (e muito!) a dor articular, havendo uma correção diretamente proporcional entre Índice de Massa Corporal (IMC) acima dos valores normais e dor.</p>
<p>Deste modo, facilmente compreendemos que, no sentido de diminuir ou mesmo eliminar a dor crónica no joelho é necessário (na esmagadora maioria das situações e sempre como primeira abordagem):</p>
<ol>
<li> Diagnóstico preciso da origem/causa da dor;</li>
<li>Programa individualizado de mobilidade e reforço muscular (que deve ter em conta a condição de Saúde Global da Pessoa);</li>
<li>Incremento gradual das cargas de treino/exercício físico;</li>
<li>Correta periodização, ou melhor, gestão das cargas de treino/exercício físico;</li>
<li>Alimentação variada e equilibrada com o objetivo de manter o IMC dentro de valores ideais para o indivíduo;</li>
<li>Assegurar uma boa higiene do Sono;</li>
<li>Necessidade pontual do uso de determinada medicação oral e/ou administrada por via intra/periarticular.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Educando e sensibilizando a população para estes simples aspetos e que dependem (felizmente) em grande parte da própria pessoa, conseguimos diminuir em muito o “sofrimento” que esta condição de dor crónica provoca, melhorar vários aspetos do estado de Saúde global do indivíduo, bem como diminuir a necessidade de tratamentos mais invasivos, como a colocação de uma “prótese”, que nem sempre tem os resultados esperados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.nunoloureiro.pt/contactos/">Peça um agendamento</a> e saiba como o podemos ajudar.</p>
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		<item>
		<title>Ética Médica em Traumatologia Desportiva</title>
		<link>https://www.nunoloureiro.pt/etica-medica-em-traumatologia-desportiva/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[sergio.lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 11:24:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A prática da Medicina do (no) Desporto levanta algumas questões que podem entrar em conflito, pela relação histórica, entre estas duas áreas &#8211; Medicina e Desporto &#8211; que historicamente tiveram objetivos “rivais”. Se há muitos anos atrás, a Medicina “via” o desporto a ser efetuado idealmente com moderação, a partir do Século XXI e com [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.nunoloureiro.pt/etica-medica-em-traumatologia-desportiva/">Ética Médica em Traumatologia Desportiva</a> aparece primeiro em <a href="https://www.nunoloureiro.pt">Nuno Loureiro | Medicina Desportiva | Lisboa, Porto e Seia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A prática da Medicina do (no) Desporto levanta algumas questões que podem entrar em conflito, pela relação histórica, entre estas duas áreas &#8211; Medicina e Desporto &#8211; que historicamente tiveram objetivos “rivais”.</p>
<p>Se há muitos anos atrás, a Medicina “via” o desporto a ser efetuado idealmente com moderação, a partir do Século XXI e com a criação dos “Médicos de Equipa”, houve necessidade de haver uma adaptação da visão dos Médicos que acompanham atletas de elite com objetivos desportivos para cumprir.</p>
<p>Uma dessas adaptações prendeu-se com a necessidade de uma visão também virada para o rendimento e tentativa de melhoria da performance e que, nalguns aspetos, anda próximo de determinados limites fisiológicos, com necessidade de haver uma monitorização e gestão de variados parâmetros, no sentido de diminuir a probabilidade de aparecimento de doença/lesão, que obriga (idealmente) a suspensão da atividade desportiva.</p>
<p>Outra questão que deve ser considerada, e não pode ser esquecida é o contexto da função do Médico, seja como Médico de Equipa, seja como Médico a título particular do atleta, em regime de Consultório, o que lhe acarreta diferentes responsabilidades já que, enquanto na primeira situação há uma relação contratual do Médico o com Clube, o que implica uma responsabilidade prática na partilha de determinada informação com outros elementos da estrutura, ao contrário do caso em que o Médico observa o atleta de forma particular, em que existe uma relação inequívoca de estrita confidencialidade, colocando questões éticas diferentes.</p>
<p>A relação Médico-atleta, pelo número de horas de convívio e na maioria das vezes pela proximidade inerente, pode tornar determinadas decisões mais difícil de tomar, ao contrário das relações esporádicas e pontuais em contexto de consultório. Fatores como o estado de maturação do atleta, modalidade, nível competitivo e objetivos desportivos têm também de ser considerados, podendo condicionar determinada forma de atuação por parte do Médico. Apesar de rodeado na maior parte das vezes por uma Equipa Multidisciplinar, a posição de Médico de Equipa é geralmente uma posição “solitária” em termos de tomada de decisão (por motivos éticos), podendo levar a alguns conflitos interiores e mesmo no seio da própria Equipa.</p>
<p>O Mundo do Desporto de competição é afetado por determinados aspetos éticos que do ponto de vista da Medicina e da literatura Médica ainda não estão bem explorados, não havendo um código ético próprio, mas sim o código ético geral da Medicina mas que, não responde completamente a determinados aspetos que se colocam nesta Área.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Artigo publicado na segunda edição da Revista de Reabilitação e Traumatologia do Desporto, que pode ser consultada <a href="https://online.fliphtml5.com/kjilo/csou/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a> ou através do site: <a href="https://www.jrtd.pt/revista/edicao-atual" target="_blank" rel="noopener noreferrer">jrtd.pt/revista</a>.</em></p>
<p><strong>Autor:</strong> Nuno Loureiro</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.nunoloureiro.pt/etica-medica-em-traumatologia-desportiva/">Ética Médica em Traumatologia Desportiva</a> aparece primeiro em <a href="https://www.nunoloureiro.pt">Nuno Loureiro | Medicina Desportiva | Lisboa, Porto e Seia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Os novos avanços da Traumatologia desportiva</title>
		<link>https://www.nunoloureiro.pt/os-novos-avancos-da-traumatologia-desportiva/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[sergio.lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 11:58:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As lesões desportivas no desporto representam um importante impato económico e desportivo para os clubes, que ficam privados dos seus atletas por um determinado período de tempo, dependente da gravidade da lesão. Nos últimos 20 anos tem-se assistido a uma mudança de paradigma relativamente à avaliação e tratamento da grande maioria das lesões do desporto. [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.nunoloureiro.pt/os-novos-avancos-da-traumatologia-desportiva/">Os novos avanços da Traumatologia desportiva</a> aparece primeiro em <a href="https://www.nunoloureiro.pt">Nuno Loureiro | Medicina Desportiva | Lisboa, Porto e Seia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">As lesões desportivas no desporto representam um importante impato económico e desportivo para os clubes, que ficam privados dos seus atletas por um determinado período de tempo, dependente da gravidade da lesão.</p>
<p class="p1">Nos últimos 20 anos tem-se assistido a uma mudança de paradigma relativamente à avaliação e tratamento da grande maioria das lesões do desporto. Se por um lado, dispomos cada vez mais de uma maior acuidade para o diagnóstico (e muito dependente da avaliação clínica e por parte da imagem &#8211; cada vez com mais detalhe), também em relação à avaliação de determinados parâmetros de cicatrização dos tecidos e da sua resposta a determinados estímulos, a ciência deu-nos bastante validação científica, o que permite verificar com mais eficácia a prontidão dos atletas para progredir nas várias fases do processo de reabilitação.</p>
<p class="p1">Por outro lado, em lesões mais graves (articulares e/ou periarticulares) e que antigamente eram passíveis de cirurgia &#8211; maioritariamente por via aberta, atualmente opta-se por procedimentos minimamente invasivos, o que permite muito menor agressão cirúrgica de todas as estruturas e com uma capacidade de cicatrização e outcome a curto, médio e longo prazo melhor, comparativamente com a maioria dos procedimentos cirúrgicos do passado, permitindo nalgumas situações, reduzir o tempo de retorno à competição com a mesma ou melhor funcionalidade.</p>
<p class="p1">Portanto, atualmente possuímos mais conhecimento acerca de determinados critérios biológicos e clinico-funcionais, o que permite progressões mais seguras e menores taxas de recidiva durante o processo de reabilitação, bem como menor “agressão” em termos cirúrgicos com melhores resultados para a Saúde dos nossos atletas.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.nunoloureiro.pt/contactos/">Peça um agendamento</a> e saiba como o podemos ajudar na avaliação e tratamento das suas lesões desportivas.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.nunoloureiro.pt/os-novos-avancos-da-traumatologia-desportiva/">Os novos avanços da Traumatologia desportiva</a> aparece primeiro em <a href="https://www.nunoloureiro.pt">Nuno Loureiro | Medicina Desportiva | Lisboa, Porto e Seia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>VIII Congresso das Clínicas Espregueira</title>
		<link>https://www.nunoloureiro.pt/viii-congresso-das-clinicas-espregueira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[sergio.lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Apr 2024 10:08:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Dr. Nuno Loureiro esteve presente no dia 13 de Abril de 2024 no VIII Congresso das Clínicas Espregueira que decorreram no Porto, tendo apresentado o tema: Estratégias para um diagnóstico preciso em lesões musculares. Trata-se de um Congresso referência Nacional na área da Medicina Desportiva. Veja algumas imagens do evento: &#160;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.nunoloureiro.pt/viii-congresso-das-clinicas-espregueira/">VIII Congresso das Clínicas Espregueira</a> aparece primeiro em <a href="https://www.nunoloureiro.pt">Nuno Loureiro | Medicina Desportiva | Lisboa, Porto e Seia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Dr. Nuno Loureiro esteve presente no dia 13 de Abril de 2024 no VIII Congresso das Clínicas Espregueira que decorreram no Porto, tendo apresentado o tema: Estratégias para um diagnóstico preciso em lesões musculares.</p>
<p>Trata-se de um Congresso referência Nacional na área da Medicina Desportiva.</p>
<p>Veja algumas imagens do evento:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.nunoloureiro.pt/viii-congresso-das-clinicas-espregueira/">VIII Congresso das Clínicas Espregueira</a> aparece primeiro em <a href="https://www.nunoloureiro.pt">Nuno Loureiro | Medicina Desportiva | Lisboa, Porto e Seia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quem deve efetuar o Exame Médico-Desportivo?</title>
		<link>https://www.nunoloureiro.pt/quem-deve-efetuar-o-exame-medico-desportivo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[sergio.lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2024 08:51:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A prática de atividade física regular e mantida ao longo do tempo, acarreta riscos, principalmente se não forem cumpridos determinados pressupostos, dependendo de vários fatores &#8211; idade e condição geral do praticante, modalidade, doenças/lesões prévias, grau de conhecimento/acompanhamento do treino, nível competitivo, entre outras. Dos riscos mais temíveis, encontra-se a morte súbita que é uma [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.nunoloureiro.pt/quem-deve-efetuar-o-exame-medico-desportivo/">Quem deve efetuar o Exame Médico-Desportivo?</a> aparece primeiro em <a href="https://www.nunoloureiro.pt">Nuno Loureiro | Medicina Desportiva | Lisboa, Porto e Seia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A prática de atividade física regular e mantida ao longo do tempo, acarreta riscos, principalmente se não forem cumpridos determinados pressupostos, dependendo de vários fatores &#8211; idade e condição geral do praticante, modalidade, doenças/lesões prévias, grau de conhecimento/acompanhamento do treino, nível competitivo, entre outras. Dos riscos mais temíveis, encontra-se a morte súbita que é uma condição que apesar de rara é trágica e tem um grande impato na Sociedade, podendo apesar de tudo, ser prevenida numa percentagem pequena de casos pela deteção de determinadas condições cardíacas através de uma avaliação Médica bem conduzida. Apesar de tudo, a melhor estratégia para prevenir a morte súbita no desporto é a criação de um plano de emergência para o local da atividade, com formação dos vários intervenientes no acompanhamento dos atletas e a distribuição/disponibilização massiva de DAE´s nesses locais.<br />
Sendo atualmente apenas obrigatório, uma vez por ano, para a filiação nas Federações das várias modalidades, consideramos que o Exame Médico-Desportivo deve ser efetuado periodicamente por todo e qualquer praticante de uma atividade física de forma regular, frequente e com determinado objetivo. A idade a partir do qual deve ser realizado não tem resposta, devendo ser efetuado quando os pais/cuidadores sentirem tal necessidade, seja por qualquer queixa, sintoma/sinal ou motivo de preocupação.<br />
Idealmente efetuado por Médicos com competência e sensibilidade para tal, coincide (feliz ou infelizmente) na maioria dos casos, com a única vez no ano que o atleta se encontra com um Médico e, dependendo de vários fatores há determinadas particularidades que devem ser tidas em conta como determinadas avaliações/exames que devem ser prescritos para melhor completar a avaliação e assim determinar a aptidão e em que condições deve ser efetuado o exercício, devendo essa análise ser dependente de caso para caso.<br />
Conseguir praticar a atividade física que mais gostamos e durante mais tempo, com a melhor performance possível é o objetivo de Todos. Com acompanhamento especializado e regular atendendo às especificidades de cada um consegue-se aumentar essa probabilidade vivendo melhor durante mais anos.</p>
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		<title>Pubalgia/Síndrome pubálgico. O que é e como pode ser tratado?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sergio.lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Apr 2024 09:57:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pubalgia/síndrome pubálgico é uma patologia que se carateriza por desconforto/dor na púbis, região abdominal baixa, lombar e/ou 1/3 proximal das coxas, podendo ter vários espectros e ser bastante limitativa. De início na maioria das vezes insidioso, aparece frequentemente associado a má gestão das cargas de treino, seja durante a época desportiva em períodos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">A pubalgia/síndrome pubálgico é uma patologia que se carateriza por desconforto/dor na púbis, região abdominal baixa, lombar e/ou 1/3 proximal das coxas, podendo ter vários espectros e ser bastante limitativa. De início na maioria das vezes insidioso, aparece frequentemente associado a má gestão das cargas de treino, seja durante a época desportiva em períodos de maior sobrecarga de treinos/jogos, seja após recuperação de algumas lesões em que não é feita uma correta progressão das cargas de treino. Sabe-se que alterações posturas não estão associadas a este quadro. O diagnóstico é clínico e funcional, sendo de tratamento difícil, pelo que uma correta avaliação, detetando as possíveis causas do aparecimento da dor/desconforto e associado a um tratamento que respeite critérios de progressão e baseado em medidas objetivas de progressão das fases, permite uma taxa de sucesso praticamente na casa dos 100%, pelo que atualmente o tratamento cirúrgico não se coloca neste tipo de sintomatologia/quadro.</p>
<p class="p1"><a href="/contactos/">Peça um agendamento</a> e saiba como podemos ajudar a reduzir a sua dor e melhorar a sua qualidade de vida futura.</p>
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		<title>Rotura do Ligamento Cruzado Posterior. Como tratar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sergio.lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Apr 2024 09:55:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Fisiatria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A rotura do ligamento cruzado posterior é uma lesão muito menos frequente do que a lesão do ligamento cruzado anterior e geralmente associa-se a outras lesões ligamentares – canto póstero-externo, ligamento colateral medial e ligamento cruzado anterior.  Geralmente o mecanismo lesional é um traumatismo direto sobre a tíbia com o joelho em flexão a 90º [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">A rotura do ligamento cruzado posterior é uma lesão muito menos frequente do que a lesão do ligamento cruzado anterior e geralmente associa-se a outras lesões ligamentares – canto póstero-externo, ligamento colateral medial e ligamento cruzado anterior.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p class="p1">Geralmente o mecanismo lesional é um traumatismo direto sobre a tíbia com o joelho em flexão a 90º ou a hiperflexão abrupta do joelho, pelo que clinicamente se associa a dor, derrame intra-articular de ligeiro volume e limitação funcional tanto maior quanto mais grave o grau de rotura ligamentar. Objetivamente existe uma instabilidade ântero-posterior que se pesquisa através do sinal da gaveta posterior, geralmente assimétrico comparativamente ao joelho contralateral.</p>
<p class="p1">Trata-se de um ligamento com maior capacidade de cicatrização em relação ao ligamento cruzado anterior e portanto o tratamento é quase na totalidade conservador, auxiliado pelo uso de uma ortótese com sistema de prostração da tíbia. (regra geral por 6-8 semanas) e treino de reabilitação funcional que permita um lado alguma capacidade de cicatrização do ligamento e por outro progredir no trabalho de força em termos de ginásio com critérios clínicos e funcionais bem definidos.</p>
<p class="p1">Peça um agendamento e saiba como podemos ajudar a reduzir a sua dor e melhorar a sua qualidade de vida futura.</p>
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		<title>Tenho uma lesão no menisco. E agora, tenho de ser operado?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sergio.lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Apr 2024 17:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisiatria]]></category>
		<category><![CDATA[Joelho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As lesões meniscais (do menisco interno e/ou externo) são bastante frequentes na população que pratica desporto e na população em geral, podendo provocar (ou não) algum grau de limitação na articulação do joelho. Muitas vezes identificadas como achados, aquando da realização de uma Ressonância Magnética, deve-se verificar sempre, se a causa da dor na articulação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">As lesões meniscais (do menisco interno e/ou externo) são bastante frequentes na população que pratica desporto e na população em geral, podendo provocar (ou não) algum grau de limitação na articulação do joelho. Muitas vezes identificadas como achados, aquando da realização de uma Ressonância Magnética, deve-se verificar sempre, se a causa da dor na articulação do joelho provém de uma correlação entre a clínica e a alteração estrutural evidenciada na imagem (neste caso na Ressonância magnética).</p>
<p class="p1">Devem distinguir-se 2 tipos de lesões do menisco – degenerativas e traumáticas. Se para as lesões degenerativas e que estão intimamente associadas a um processo já instalado de osteoartrose do joelho, não parece haver dúvidas que o tratamento conservador é de longe a melhor solução, já para as lesões traumáticas há algumas divergências relativamente ao tipo de tratamento a seguir, pelo que nos últimos anos o lema – <i>Save the Meniscus,</i> tem ganho preponderância pela estreita correlação entre a remoção do menisco (meniscetomia) parcial ou na totalidade e o aparecimento de osteoartrose da articulação. Assim, o tratamento conservador (sem recurso a cirurgia) ou a sutura meniscal (quando indicada) tem ganho seguidores, apesar de esta última ter resultados favoráveis questionáveis em atletas pelas altas taxas de falência da sutura e necessidade a curto/médio prazo de nova Cirurgia, neste caso a meniscetomia.</p>
<p class="p1">Quais são então as lesões meniscais que necessitam inequivocamente de cirurgia? Aquelas que, mesmo depois da fase aguda, mantém quadro de limitação importante em termos de amplitudes do joelho (principalmente extensão) por um bloqueio mecânico articular. Em todas as outras é lícito procurar orientar primeiro com tratamento conservador, com taxas de sucesso altíssimas e com menos co-morbilidades relativamente ao tratamento cirúrgico.</p>
<p class="p1">Em relação ao tratamento conservador sabemos que um trabalho de mobilidade, reforço muscular e reintegração gradual às cargas de treino são fundamentais, podendo o tipo, localização da lesão (Zona vermelha), biótipo da pessoa (baixo IMC), entre outros, ajudar na decisão a tomar para tender para a opção conservadora. Nos últimos anos e com o aparecimento dos chamados Ortobiológicos assistiu-se a uma crescente utilização destes produtos com resultados promissores neste tipo de patologias, pelo que o seu uso em casos selecionados, ajuda principalmente com resultados a médio/longo prazo no grau de satisfação do utente, em termos de dor e melhoria da funcionalidade para o seu dia-a-dia.</p>
<p class="p1">Peça um agendamento e saiba como podemos ajudar a reduzir a sua dor e melhorar a sua qualidade de vida futura.</p>
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