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	<title>Arquivo de Fisiatria - Nuno Loureiro | Medicina Desportiva | Lisboa, Porto e Seia</title>
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	<description>Medicina Desportiva &#124; Lisboa, Porto e Seia</description>
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	<title>Arquivo de Fisiatria - Nuno Loureiro | Medicina Desportiva | Lisboa, Porto e Seia</title>
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		<title>Sabia que nem todas as pessoas que têm uma rotura do Ligamento Cruzado Anterior (LCA) têm de ser operadas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sergio.lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Mar 2025 12:30:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A lesão do ligamento cruzado anterior (LCA) é uma das lesões mais temíveis da prática desportiva pelo mediatismo e impato clínico-funcional na pessoa a curto, médio e longo prazo. Trata-se de uma lesão que envolve principalmente desportos de salto e Pivot-Shift (futebol, basquetebol, andebol, etc), com o mecanismo a ocorrer (na maior parte dos casos) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A lesão do ligamento cruzado anterior (LCA) é uma das lesões mais temíveis da prática desportiva pelo mediatismo e impato clínico-funcional na pessoa a curto, médio e longo prazo.</p>
<p>Trata-se de uma lesão que envolve principalmente desportos de salto e Pivot-Shift (futebol, basquetebol, andebol, etc), com o mecanismo a ocorrer (na maior parte dos casos) sem contato, existindo geralmente um valgo do joelho com rotação externa da tíbia/rotação interna do fémur.</p>
<p>Frequentemente os atletas sentem um “estalo” no interior do joelho associado a limitação funcional imediata com dor, dificuldade na mobilização do joelho, derrame na articulação e dificuldade na marcha com necessidade de apoio de Canadianas.</p>
<p>O diagnóstico é efetuado pela visualização do mecanismo lesional (quando possível) e pela realização de alguns testes no exame objetivo que confirmam (ou não) a instabilidade ântero-posterior e rotatória da tíbia sobre o fémur. Imagiologicamente a Ressonância Magnética é o exame <i>Gold Standard</i> para o diagnóstico e que pode corroborar ou não os achados do exame objetivo.</p>
<p>Posto isto e confirmando-se a rotura aguda do LCA a pergunta que se coloca é: E agora? Tenho de ser operado?</p>
<p>Importa salientar primeiramente que como todos os tratamentos, este deve ser individualizado e adaptado às características da pessoa que sofreu a lesão, dependendo a atitude a tomar (tratamento conservador ou cirúrgico) de uma série de fatores ainda não completamente consensuais e completamente compreendidos (idade, estado de maturação esquelética, desporto praticado e perspectivas futuras, nível competitivo, instabilidade rotatória e ântero-posterior, sensação de instabilidade articular, índice de massa corporal, patologias associadas, etc)</p>
<p>Bem, aqui e assumindo-se rotura isolada do LCA é consensual que atletas de elevado nível competitivo, em desportos acima mencionados, devem ser submetidos a correção cirúrgica do ligamento, podendo ser descritas várias técnicas cirúrgicas. E se a curto prazo esta cirurgia permite uma maior estabilidade articular, também sabemos que a médio/longo prazo (acima de 10 anos) estes atletas irão sofrer um processo de artrose mais acelerado da articulação, com as consequências que daí advém (dor, limitação funcional, imobilismo) mesmo cumprindo um processo de reabilitação com todos os critérios cronobiológicos e clinico-funcionais atingidos e que atualmente ronda os 9 Meses.</p>
<p>Apesar de tudo, para a grande maioria da população que pratica atividade física de forma recreativa, a opção cirúrgica pode ser discutível e em casos muito bem selecionados a nossa experiência assim o demonstra, em que, um tratamento conservador, sem recurso a cirurgia e um protocolo de reabilitação longo e que ronda um mínimo de 9 meses (timing semelhante ao tratamento cirúrgico) confere melhor resultado a curto prazo, sem a comorbilidade iatrogénica da cirurgia, apesar de semelhante taxa de artrose no futuro a médio/longo prazo). Claro está que esta abordagem deve ter em conta as expectativas da pessoa e acompanhada de um programa educativo da história natural da lesão do LCA e dos seus outcomes.</p>
<p>Podemos então argumentar com certeza, que em casos selecionados, a opção conservadora (não-cirúrgica) pode ser uma opção a considerar nalgumas pessoas, com o pressuposto de se efetuar um processo de reabilitação estruturado e manutenção de um trabalho de mobilidade e reforço muscular nos anos seguintes ao episódio, bem como hábitos de estilo de vida saudável, tal como seria desejável com a opção cirúrgica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Peça um <a href="https://www.nunoloureiro.pt/contactos/"><strong>agendamento</strong></a> e saiba como o podemos ajudar na avaliação e tratamento das suas lesões desportivas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Autor:</strong> Nuno Loureiro</p>
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		<item>
		<title>Pubalgia/Síndrome pubálgico. O que é e como pode ser tratado?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sergio.lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Apr 2024 09:57:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Fisiatria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pubalgia/síndrome pubálgico é uma patologia que se carateriza por desconforto/dor na púbis, região abdominal baixa, lombar e/ou 1/3 proximal das coxas, podendo ter vários espectros e ser bastante limitativa. De início na maioria das vezes insidioso, aparece frequentemente associado a má gestão das cargas de treino, seja durante a época desportiva em períodos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">A pubalgia/síndrome pubálgico é uma patologia que se carateriza por desconforto/dor na púbis, região abdominal baixa, lombar e/ou 1/3 proximal das coxas, podendo ter vários espectros e ser bastante limitativa. De início na maioria das vezes insidioso, aparece frequentemente associado a má gestão das cargas de treino, seja durante a época desportiva em períodos de maior sobrecarga de treinos/jogos, seja após recuperação de algumas lesões em que não é feita uma correta progressão das cargas de treino. Sabe-se que alterações posturas não estão associadas a este quadro. O diagnóstico é clínico e funcional, sendo de tratamento difícil, pelo que uma correta avaliação, detetando as possíveis causas do aparecimento da dor/desconforto e associado a um tratamento que respeite critérios de progressão e baseado em medidas objetivas de progressão das fases, permite uma taxa de sucesso praticamente na casa dos 100%, pelo que atualmente o tratamento cirúrgico não se coloca neste tipo de sintomatologia/quadro.</p>
<p class="p1"><a href="/contactos/">Peça um agendamento</a> e saiba como podemos ajudar a reduzir a sua dor e melhorar a sua qualidade de vida futura.</p>
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		<title>Rotura do Ligamento Cruzado Posterior. Como tratar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sergio.lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Apr 2024 09:55:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Fisiatria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A rotura do ligamento cruzado posterior é uma lesão muito menos frequente do que a lesão do ligamento cruzado anterior e geralmente associa-se a outras lesões ligamentares – canto póstero-externo, ligamento colateral medial e ligamento cruzado anterior.  Geralmente o mecanismo lesional é um traumatismo direto sobre a tíbia com o joelho em flexão a 90º [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">A rotura do ligamento cruzado posterior é uma lesão muito menos frequente do que a lesão do ligamento cruzado anterior e geralmente associa-se a outras lesões ligamentares – canto póstero-externo, ligamento colateral medial e ligamento cruzado anterior.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p class="p1">Geralmente o mecanismo lesional é um traumatismo direto sobre a tíbia com o joelho em flexão a 90º ou a hiperflexão abrupta do joelho, pelo que clinicamente se associa a dor, derrame intra-articular de ligeiro volume e limitação funcional tanto maior quanto mais grave o grau de rotura ligamentar. Objetivamente existe uma instabilidade ântero-posterior que se pesquisa através do sinal da gaveta posterior, geralmente assimétrico comparativamente ao joelho contralateral.</p>
<p class="p1">Trata-se de um ligamento com maior capacidade de cicatrização em relação ao ligamento cruzado anterior e portanto o tratamento é quase na totalidade conservador, auxiliado pelo uso de uma ortótese com sistema de prostração da tíbia. (regra geral por 6-8 semanas) e treino de reabilitação funcional que permita um lado alguma capacidade de cicatrização do ligamento e por outro progredir no trabalho de força em termos de ginásio com critérios clínicos e funcionais bem definidos.</p>
<p class="p1">Peça um agendamento e saiba como podemos ajudar a reduzir a sua dor e melhorar a sua qualidade de vida futura.</p>
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		<title>Tenho uma lesão no menisco. E agora, tenho de ser operado?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sergio.lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Apr 2024 17:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisiatria]]></category>
		<category><![CDATA[Joelho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As lesões meniscais (do menisco interno e/ou externo) são bastante frequentes na população que pratica desporto e na população em geral, podendo provocar (ou não) algum grau de limitação na articulação do joelho. Muitas vezes identificadas como achados, aquando da realização de uma Ressonância Magnética, deve-se verificar sempre, se a causa da dor na articulação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">As lesões meniscais (do menisco interno e/ou externo) são bastante frequentes na população que pratica desporto e na população em geral, podendo provocar (ou não) algum grau de limitação na articulação do joelho. Muitas vezes identificadas como achados, aquando da realização de uma Ressonância Magnética, deve-se verificar sempre, se a causa da dor na articulação do joelho provém de uma correlação entre a clínica e a alteração estrutural evidenciada na imagem (neste caso na Ressonância magnética).</p>
<p class="p1">Devem distinguir-se 2 tipos de lesões do menisco – degenerativas e traumáticas. Se para as lesões degenerativas e que estão intimamente associadas a um processo já instalado de osteoartrose do joelho, não parece haver dúvidas que o tratamento conservador é de longe a melhor solução, já para as lesões traumáticas há algumas divergências relativamente ao tipo de tratamento a seguir, pelo que nos últimos anos o lema – <i>Save the Meniscus,</i> tem ganho preponderância pela estreita correlação entre a remoção do menisco (meniscetomia) parcial ou na totalidade e o aparecimento de osteoartrose da articulação. Assim, o tratamento conservador (sem recurso a cirurgia) ou a sutura meniscal (quando indicada) tem ganho seguidores, apesar de esta última ter resultados favoráveis questionáveis em atletas pelas altas taxas de falência da sutura e necessidade a curto/médio prazo de nova Cirurgia, neste caso a meniscetomia.</p>
<p class="p1">Quais são então as lesões meniscais que necessitam inequivocamente de cirurgia? Aquelas que, mesmo depois da fase aguda, mantém quadro de limitação importante em termos de amplitudes do joelho (principalmente extensão) por um bloqueio mecânico articular. Em todas as outras é lícito procurar orientar primeiro com tratamento conservador, com taxas de sucesso altíssimas e com menos co-morbilidades relativamente ao tratamento cirúrgico.</p>
<p class="p1">Em relação ao tratamento conservador sabemos que um trabalho de mobilidade, reforço muscular e reintegração gradual às cargas de treino são fundamentais, podendo o tipo, localização da lesão (Zona vermelha), biótipo da pessoa (baixo IMC), entre outros, ajudar na decisão a tomar para tender para a opção conservadora. Nos últimos anos e com o aparecimento dos chamados Ortobiológicos assistiu-se a uma crescente utilização destes produtos com resultados promissores neste tipo de patologias, pelo que o seu uso em casos selecionados, ajuda principalmente com resultados a médio/longo prazo no grau de satisfação do utente, em termos de dor e melhoria da funcionalidade para o seu dia-a-dia.</p>
<p class="p1">Peça um agendamento e saiba como podemos ajudar a reduzir a sua dor e melhorar a sua qualidade de vida futura.</p>
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		<title>Hipertensão e exercício</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sergio.lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Apr 2024 16:48:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As pessoas com elevados níveis de atividade física podem reduzir em 25% o risco de doença cardiovascular (1). Mas o atividade física não é só importante na prevenção, também ajuda a controlar vários fatores de risco cardiovasculares: redução do perímetro abdominal, controlo da glicemia (“açúcar no sangue”), diminuição dos triglicerideos (“gordura no sangue”), diminuição da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As pessoas com elevados níveis de atividade física podem reduzir em 25% o risco de doença cardiovascular (1). Mas o atividade física não é só importante na prevenção, também ajuda a controlar vários fatores de risco cardiovasculares: redução do perímetro abdominal, controlo da glicemia (“açúcar no sangue”), diminuição dos triglicerideos (“gordura no sangue”), diminuição da tensão arterial, entre outros.</p>
<p>A hipertensão arterial é um fator de risco importante para doença cardiovascular e morte. Os últimos dados mostram que cerca de um terço da população portuguesa tem hipertensão (2), incluindo os adolescentes (3).</p>
<p>O exercício físico tem efeitos benéficos indiscutíveis no tratamento e prevenção da doença cardiovascular, com redução da mortalidade (5). E, nos doentes hipertensos, o exercício de intensidade ligeira a moderada pode reduzir a tensão arterial na mesma proporção que a toma de medicação (6).</p>
<p>São vários os tipos de exercício benéficos no controlo da tensão arterial (6). O mais importante é que o programa de exercício esteja adaptado ao indivíduo. Naturalmente que o tipo/modo e intensidade do exercício devem ser diferentes para alguém saudável, alguém com artrose no joelho e alguém que tem um problema cardíaco ou uma doença crónica como diabetes.</p>
<p>Se tem alguma doença ou se nunca praticou exercício aconselhe-se com o seu médico especialista em medicina desportiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Referências:</p>
<p><em>(1) Li J, Siegrist J. Physical activity and risk of cardiovascular disease–a meta-analysis of prospective cohort studies. Int J Environ Res Public Health 2012;9:391–407</em></p>
<p><em>(2)   http://repositorio.insa.pt/bitstream/10400.18/4760/1/Boletim_Epidemiologico_Observacoes_NEspecia8-2017_artigo2.pdf</em></p>
<p><em>(3)   https://www.revportcardiol.org/pt-prevalencia-hipertensao-arterial-em-adolescentes-articulo-S0870255112002181</em></p>
<p><em>(4)   Volpe, M., Gallo, G., Battistoni, A. et al. Highlights of ESC/ESH 2018 Guidelines on the Management of Hypertension: What Every Doctor Should Know. High Blood Press Cardiovasc Prev 26, 1–8 (2019)</em></p>
<p><em>(5)   Warburton DE, Nicol CW, Bredin SS. Health benefits of physical activity: the evidence. CMAJ 2006;174:801–9.</em></p>
<p><em>(6)   Naci H, Salcher- Konrad M, Dias S, et al. Br J Sports Med 2019;53:859–869.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Entorse da tibiotársica. O problema e como saber o caminho certo para tratamento?</title>
		<link>https://www.nunoloureiro.pt/entorse-da-tibiotarsica-o-problema-e-como-saber-o-caminho-certo-para-tratamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[sergio.lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Apr 2024 16:36:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Fisiatria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A entorse da tibiotársica é a lesão mais frequente do desporto, podendo ter diferentes graus de gravidade. Essencialmente há que distinguir os 2 tipos de entorse que podem ocorrer na tibiotársica: alta e baixa, que podem existir isoladamente ou em conjunto e ter diferentes tipos de abordagem terapêutica e de prognóstico consoante o tipo e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A entorse da tibiotársica é a lesão mais frequente do desporto, podendo ter diferentes graus de gravidade. Essencialmente há que distinguir os 2 tipos de entorse que podem ocorrer na tibiotársica: alta e baixa, que podem existir isoladamente ou em conjunto e ter diferentes tipos de abordagem terapêutica e de prognóstico consoante o tipo e localização dos tecidos lesionados. Um correto diagnóstico é então fundamental para o sucesso do tratamento Reabilitador a curto, médio e longo prazo, permitindo estabelecer um plano de tratamento adequado à gravidade da situação clínica e, diminuindo a probabilidade de limitações funcionais no futuro. Perceber questões fundamentais como o mecanismo da lesão, a apresentação inicial e um conjunto de testes efetuadas pelo Médico, assim como exames auxiliares de diagnóstico efetuados com indicação precisa ajudam no diagnóstico correto. E se, a esmagadora maioria destas lesões são tratadas com tratamento conservador, ou melhor, sem o recurso a Cirurgia, acreditamos que o incorreto diagnóstico inicial, bem como um deficiente tratamento nas várias fases do processo de reabilitação e/ou tentativa de acelerar a recuperação leva, muitas vezes a manutenção do quadro de dor, instabilidade articular com as consequências que daí podem advir e, consequentemente, a uma maior taxa de procedimentos cirúrgicos que poderiam ser evitados.</p>
<p>Ser conservador nos primeiros dias após a entorse, mesmo que leve, “nunca fez mal a ninguém” e, muitas vezes é o suficiente para evitar complicações e/ou recidivas da lesão, sabendo nós que o principal fator de risco de uma lesão é a lesão prévia e que sendo assim, quem faz uma entorse num pé tem sempre um maior risco de nova lesão na mesma zona (ou noutras …) sendo que esse risco vai diminuindo (sem nunca chegar a zero) ao longo dos anos, caso não haja mais entorses no mesmo local.</p>
<p>Nos primeiros dias após a lesão é consensual que a proteção articular deve fazer parte do tratamento e dependendo da limitação funcional e do grau, o recurso a auxiliares de marcha e/ou ortóteses estabilizadoras da tibiotársica podem ser necessárias, sendo um critério importante a dor em carga para a decisão da sua utilização. O gelo, essencialmente pelo efeito nos nocicetores da dor pode ser aplicado, apesar da evidência científica ser muito pouco precisa acerca da melhor forma de o fazer, nomeadamente em relação à temperatura e tempo de aplicação. Quanto ao uso de anti-inflamatórios (tópicos e/ou orais), é controverso o seu uso nestas e noutras lesões do aparelho locomotor principalmente nas de baixo/médio grau. Após a fase aguda e com o ganho gradual de mobilidade da tibiotársica/pé importa trabalhar toda a musculatura dos membros inferiores bem como o controlo neuromotor. A simetria de amplitude articular, nomeadamente de dorsiflexão da tibiotársica em carga é fundamental para o trabalho de ganho de força muscular nos seus vários componentes &#8211; força/máxima, força/resistência e força/potência, que são critérios que como sabemos devem fazer parte da reabilitação das lesões músculoesqueléticas do membro inferior. Após obtenção de simetria nestes parâmetros fundamentais, entramos na fase final da recuperação em que iremos expor de forma gradual e progressiva o indivíduo, seja atleta ou não, às exigências da atividade a que está normalmente exposto. De referir que a mesma lesão em duas pessoas diferentes não se comporta da mesma forma, apresentando tempos de recuperação também diferentes devendo o processo de reabilitação atender às necessidades individuais de cada indivíduo considerando critérios temporais, mas fundamentalmente (também) critérios clínico-funcionais.</p>
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		<title>6 razões para marcar consulta com um Fisiatra quando tiver dor articular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sergio.lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 May 2023 09:59:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisiatria]]></category>
		<category><![CDATA[Ácido hialurónico]]></category>
		<category><![CDATA[articular]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[fisiatra]]></category>
		<category><![CDATA[Plasma Rico em Plaquetas (PRP)]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dor articular é uma condição comum que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Pode ser causada por uma variedade de fatores, como lesões, doenças autoimunes, envelhecimento, entre outros. Embora a dor articular possa ser tratada por diferentes especialidades médicas, uma opção que muitos não consideram é agendar uma consulta com um Fisiatra. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A dor articular é uma condição comum que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Pode ser causada por uma variedade de fatores, como lesões, doenças autoimunes, envelhecimento, entre outros. Embora a dor articular possa ser tratada por diferentes especialidades médicas, uma opção que muitos não consideram é agendar uma consulta com um Fisiatra. Neste artigo, discutiremos seis razões pelas quais marcar uma consulta com um Fisiatra pode ser a melhor opção para tratar a dor articular.</p>
<p><b>Avaliação abrangente da dor articular</b></p>
<ol>
<li aria-level="1">Os Fisiatras são Médicos Especialistas em Medicina Física e de Reabilitação, o que significa que estão altamente qualificados para avaliar e tratar a dor articular. Os Fisiatras têm um conhecimento profundo de como o corpo se move e funciona, o que favorece uma avaliação completa da dor articular, incluindo causas subjacentes e a extensão dos danos nas articulações. Com base nessa avaliação, os Fisiatras podem criar um plano de tratamento personalizado que melhor se adapta às necessidades do paciente.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Tratamentos não cirúrgicos</b></p>
<ol>
<li aria-level="1">Os Fisiatras geralmente preferem tratar a dor articular com abordagens não Cirúrgicas, como terapia manual, medicação analgésica e/ou condroprotetora, injeções intra-articulares de Ácido hialurónico e/ou Plasma Rico em Plaquetas (PRP), bem como, e o mais importante, a prescrição de uma plano de exercícios personalizado a cada caso. Eles têm um conhecimento detalhado da anatomia e biomecânica do corpo humano e, portanto, estão muito bem capacitados para tratar a dor articular sem a necessidade de cirurgia invasiva. O objetivo é melhorar a dor e a qualidade de vida do paciente sem causar danos adicionais às articulações.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Personalização do tratamento</b></p>
<ol>
<li aria-level="1">Como mencionado anteriormente, os Fisiatras criam planos de tratamento personalizados para os seus pacientes, levando em consideração a causa subjacente da dor articular e o histórico médico do paciente. Eles trabalham em colaboração com os pacientes para determinar as opções de tratamento mais adequadas, com base nas suas necessidades específicas. Isso garante que os pacientes recebam tratamento personalizado e eficaz para sua condição.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Tratamento de patologias relacionadas</i></b></p>
<ol>
<li aria-level="1">Além de tratar a dor articular, os Fisiatras também são qualificados para tratar uma variedade de condições médicas relacionadas. Eles podem ajudar a tratar problemas músculo-esqueléticos relacionados com problemas de tendões e músculos, neurológicos e de mobilidade, bem como outras patologias médicas relacionadas. Com essa abordagem holística, os Fisiatras podem ajudar os pacientes a melhorar sua qualidade de vida geral.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Recuperação e reabilitação</i></b></p>
<ol>
<li aria-level="1">Os Fisiatras também são Especialistas em Reabilitação Física, ajudando pacientes a se recuperar de lesões e cirurgias, bem como a gerir a dor crônica. A recuperação e reabilitação podem ser um processo longo e difícil, mas um Fisiatra pode ajudar a orientar o paciente por meio do processo, fornecendo suporte e encorajamento.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Prevenção de futuros problemas</b></p>
<ol>
<li aria-level="1">Os Fisiatras também são Especialistas em prevenção de lesões de doenças músculo-esqueléticas. Eles podem ensinar aos pacientes técnicas de prevenção e cuidados com o corpo, para que possam evitar futuros problemas. Além disso, eles podem ajudar a identificar padrões de movimento incorreto que podem levar a lesões e fornecer orientações para corrigi-los. Isso é especialmente importante para pessoas que participam em desportos ou atividades físicas intensas, pois podem estar em maior risco de lesões.</li>
</ol>
<p>Em resumo, marcar uma consulta com um Fisiatra pode ser uma excelente opção para tratar a dor articular. Os Fisiatras são Especialistas em Medicina Física e Reabilitação e estão altamente qualificados para avaliar e tratar a dor articular. Eles preferem abordagens não invasivas para o tratamento, personalizam o tratamento para as necessidades do paciente, tratam condições relacionadas, ajudam na recuperação e reabilitação e ensinam técnicas de prevenção de lesões.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.nunoloureiro.pt/6-razoes-para-marcar-consulta-com-um-fisiatra-quando-tiver-dor-articular/">6 razões para marcar consulta com um Fisiatra quando tiver dor articular</a> aparece primeiro em <a href="https://www.nunoloureiro.pt">Nuno Loureiro | Medicina Desportiva | Lisboa, Porto e Seia</a>.</p>
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