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	<title>Arquivo de PRP - Nuno Loureiro | Medicina Desportiva | Lisboa, Porto e Seia</title>
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	<description>Medicina Desportiva &#124; Lisboa, Porto e Seia</description>
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	<title>Arquivo de PRP - Nuno Loureiro | Medicina Desportiva | Lisboa, Porto e Seia</title>
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		<title>Dor no Joelho, quando a artrose se instala, o que pode fazer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sergio.lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2022 10:08:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artrose]]></category>
		<category><![CDATA[artrose]]></category>
		<category><![CDATA[cartilagem articular]]></category>
		<category><![CDATA[PRP]]></category>
		<category><![CDATA[Super PRP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A questão que podemos colocar é: O que é a artrose?  A artrose é uma doença degenerativa que afeta as articulações e desenvolve-se quando há dano da cartilagem articular. Embora possa afetar qualquer articulação do corpo, afeta mais frequentemente articulações de carga – ombros, ancas, joelhos e tibiotársicas. A artrose do joelho é uma condição [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A questão que podemos colocar é:</p>
<h2><b>O que é a artrose? </b></h2>
<p>A artrose é uma doença degenerativa que afeta as articulações e desenvolve-se quando há dano da cartilagem articular. Embora possa afetar qualquer articulação do corpo, afeta mais frequentemente articulações de carga – ombros, ancas, joelhos e tibiotársicas.</p>
<p>A artrose do joelho é uma condição musculoesquelética muito comum, afetando aproximadamente 80% das pessoas com mais de 60 anos de idade.</p>
<h2><b>O que é a cartilagem articular?</b></h2>
<p>A cartilagem articular é um tecido avascular que reveste a superfície articular de determinados ossos e que juntamente com o líquido sinovial ajuda no deslizamento de um osso sobre outro servindo como “amortecedor”, tendo assim uma função importante de proteção articular e de capacidade de resistência à carga.</p>
<p>A cartilagem de revestimento ósseo é a cartilagem hialina, existindo um outro tipo de cartilagem a nível articular, a fibrocartilagem, de que são constituídos os meniscos.</p>
<h2><b>Quais os principais sintomas da artrose do joelho?</b></h2>
<p>Os principais sintomas da artrose são: dor, rigidez articular, episódios de derrame intra-articular e défice de mobilidade.</p>
<p>À medida que a doença progride, os sintomas vão-se tornando cada vez mais limitantes.</p>
<h2><b>A artrose só se desenvolve em pessoas com mais de 65 anos?</b></h2>
<p>A resposta é não!</p>
<p>Os atletas correm um risco particularmente elevado de desenvolver artrose, especialmente aqueles que participam em desportos de contacto tais como futebol, rugby, basquetebol, e andebol.</p>
<p>Atletas com lesões meniscais ou ligamentares também têm um risco mais elevado de desenvolvimento desta patologia, tão mais progressiva e limitativa quanto maior a assimetria muscular e o défice de mobilidade.</p>
<p>Pessoas submetidas a cirurgia prévia do joelho, seja por lesão meniscal ou ligamentar, têm também maior probabilidade de aparecimento de artrose numa idade mais precoce e com progressão mais rápida.</p>
<p>Podemos então facilmente concluir que a artrose pode começar a desenvolver-se em idades precoces, bastando para isso a conjugação de um conjunto de fatores de risco que importa conhecer – lesão prévia, assimetria muscular, défice de mobilidade, má gestão das cargas de treino, genética – no sentido de procurar a melhor estratégia de tratamento para tratar o curso progressivo desta patologia.</p>
<h2><b>Quais os meios de diagnóstico disponíveis para diagnosticar a artrose do joelho?</b></h2>
<p>Antes de mais é necessária uma boa anamnese e um bom exame físico, pelo que, na maioria das vezes um simples Raio X é suficiente para diagnosticar a artrose.</p>
<p>Algumas vezes o Médico poderá optar por outros exames, que permitem visualizar algumas estruturas de forma mais detalhada, caso suspeite de outras lesões na articulação do joelho, nomeadamente TC ou Ressonância Magnética.</p>
<h2><b>Quando a artrose surge tenho que ser operado/a?</b></h2>
<p>Tudo vai depender de muitos fatores, mas principalmente da sintomatologia e da limitação funcional que a artrose provoca, tal como o acompanhamento até à data.</p>
<h3><strong>Na classificação de um joelho com artrose existem 4 Graus de gravidade:</strong></h3>
<p><strong>Grau I</strong> – Lesão da cartilagem numa fase muito inicial com amolecimento (condromalácia)</p>
<p><strong>Grau II</strong> – Lesão da cartilagem com algumas fissuras pouco profundas – Artrose com pouco significado radiológico</p>
<p><strong>Grau III</strong> – Lesão importante da cartilagem com fissuração até ao osso – Artrose com visualização radiológica mas sem exposição de osso subcondral</p>
<p><strong>Grau IV</strong> – Lesão grave da cartilagem com desgaste completo – Artrose Grave com exposição de osso subcondral</p>
<h2><b>A Artrose do joelho tem cura?</b></h2>
<p>A artrose do joelho apenas pode ser tratada definitivamente com uma prótese do joelho, sendo este um procedimento de fim de linha com consequências para o desenrolar da atividade diária, devendo ser evitado / atrasado ao máximo o recurso a esta solução.</p>
<p>A Medicina felizmente evoluiu muito nos últimos anos no tratamento não cirúrgico para a artrose, com o aparecimento e uso de tratamentos biológicos de última geração. Estes tratamentos têm validação científica cada vez mais sólida e são extremamente eficazes na diminuição da progressão e dos sintomas da artrose – dor e limitação articular com consequente melhoria da qualidade de vida.</p>
<h2><b>Quais as opções de tratamento não cirúrgicas disponíveis para a artrose? </b></h2>
<p>Hoje em dia as diversas opções com muito bons resultados são:</p>
<p>1 – Hábitos de vida Saudável</p>
<p>2 – Instituição de um programa de Higiene articular: diminuição do peso corporal (para quem tem excesso ponderal) e realização de um programa regular de mobilidade articular e reforço muscular individual e adaptado à condição cardiorrespiratória e musculoesquelética da pessoa.</p>
<p>3 – Tratamentos Ortobiológicos:</p>
<p>3.1. Viscossuplementação – Consiste na injeção de uma substância chamada ácido hialurónico, que promove uma lubrificação da articulação do joelho e consequentemente uma “revitalização articular”.</p>
<p>3.2. PRP – Consiste na aplicação de células pluripotenciais retiradas do sangue do paciente para promover uma regeneração celular ao nível da cartilagem articular.</p>
<p>3.3. Super PRP – É a junção das duas técnicas na mesma injeção. Cada vez com maior utilização e com evidência científica crescente na sua utilização</p>
<p>O Dr. Nuno Loureiro é especialista no tratamento não cirúrgico da artrose tendo desenvolvido ao longo dos anos programas para os seus doentes que combinam estratégias de “Higiene articular”, combinadas com aplicação ecoguiada (o que permite a introdução com 100% de certeza do material a aplicar dentro da articulação) deste tipo de produtos inovadores, tendo efectuado mais de 5.000 procedimentos no joelho desta natureza com resultados comprovados e bom nível de satisfação dos seus doentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr class="wp-block-separator" />
<blockquote class="wp-block-quote"><p><strong>Nota: Este artigo é somente um artigo de opinião que se baseia na mais atual evidência científica e na experiência do autor na prática de Medicina Desportiva no acompanhamento de atletas de alta competição ao mais alto nível nos últimos anos.</strong></p></blockquote>
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		<title>Tratamento com Plasma Rico na Medicina Desportiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sergio.lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2022 10:09:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PRP]]></category>
		<category><![CDATA[Plasma Rico em Plaquetas (PRP)]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As injeções de Plasma rico em plaquetas (PRP) são um tipo de terapia ortobiológica que envolve o processamento do sangue do paciente procedendo à separação do plasma rico em células pluripotenciais. Este concentrado plaquetário promove, teoricamente, alguma  regeneração do tecido músculo-esquelético lesionado, facilitando e melhorando o processo cicatricial. O PRP tem sido utilizado há mais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As injeções de Plasma rico em plaquetas (PRP) são um tipo de terapia ortobiológica que envolve o processamento do sangue do paciente procedendo à separação do plasma rico em células pluripotenciais. Este concentrado plaquetário promove, teoricamente, alguma  regeneração do tecido músculo-esquelético lesionado, facilitando e melhorando o processo cicatricial.</p>
<p>O PRP tem sido utilizado há mais duas décadas e ganhou popularidade devido à cobertura mediática da sua utilização em atletas de alto rendimento com lesões músculo-esqueléticas de difícil tratamento. Ex. Tiger Woods, Rafael Nadal, Kobe Bryant, Alex Rodriguez e Jermaine Defoe entre muitos outros.</p>
<p>Devido à necessidade da sua utilização, associado à segurança e ao fato de ser um tratamento que não provoca aumento da performance, mas sim melhoria do processo de cicatrização, em 2011 a World Anti-doping Association (WADA) e pela UK Anti-doping Association (UKAD) retiraram este procedimento da lista de substâncias proibidas.</p>
<p><b>O tratamento com PRP serve para todo o tipo de lesões? </b></p>
<p>As injeções de PRP são frequentemente consideradas para lesões de tecidos moles tradicionalmente conhecidas por terem fracas propriedades curativas (por exemplo, lesões ligamentares, meniscais e cartilagem) onde o processo de cicatrização pode ter “estagnado”.</p>
<p><b>Existe evidência científica que apoie a utilização deste tipo de tratamento?</b></p>
<p>Nem tudo é perfeito e continua a ser um tipo de tratamento, nem sempre consensual junto da comunidade médica nacional e internacional. Alguns estudos de investigação têm demonstrado resultados positivos, outros estudos não. A base de evidência sobre este tratamento está a crescer e o PRP parece ser útil apenas em algumas condições.</p>
<p>Cada vez mais, hoje em dia, a utilização deste tratamento depende de uma minuciosa avaliação clínica ponderando os benefícios da sua aplicação, já que riscos são poucos ou nenhuns.</p>
<p>O PRP não é geralmente considerado como tendo quaisquer efeitos nocivos importantes, porque para além do próprio sangue (autólogo) de um paciente, não são adicionados outros constituintes à injecção.</p>
<p>Por essa razão, é apelativo para os pacientes que desejam uma “abordagem mais conservadora” para lidar com as suas lesões. É também frequentemente considerada uma opção por doentes que experimentaram vários outros tratamentos sem sucesso para as suas lesões de longa data, mas que desejam evitar ser submetidos a tratamento cirúrgico..</p>
<p><b>Como se processa o tratamento com PRP?</b></p>
<p>Se existir uma condição considerada adequada para o tratamento com PRP, o seu médico explicará o procedimento, os riscos e os cuidados posteriores envolvidos para assegurar que está plenamente consciente do processo de tratamento. Deve aproveitar esta oportunidade para fazer quaisquer perguntas que possa ter sobre o tratamento.</p>
<p>O sangue é obtido através do processo de punção venosa, semelhante a um exame de sangue de rotina. Este é armazenado numa seringa esterilizada para evitar infecção e contaminação. Inicia-se um processo de centrifugação que faz a separação do sangue em Glóbulos vermelhos, plasma pobre em plaquetas e plasma rico em plaquetas, sendo a camada rica em plaquetas extraída e aplicada na lesão a tratar, procedimento este guiado por ecografia para permitir o máximo de precisão na aplicação e assim a obtenção de melhores resultados.</p>
<p>Trata-se de um procedimento que salvo raras exceções demora 30-45 minutos, não sendo necessários cuidados especiais prévios, sendo as injeções efetuadas em condições assépticas rigorosas para assegurar que o risco de infeção seja praticamente nulo.</p>
<p>Pode ser necessário mais do que uma aplicação para ajudar no processo de melhoria da dor e de função, podendo em lesões intra-articulares associar-se Àcido Hialurónico (caso o Médico assim o entenda) para aumentar a eficácia do procedimento.</p>
<p>Posteriormente ao procedimento são indicados pelo Médico os cuidados a ter, sendo fundamental a associação de um programa de Reabilitação individualizado e adequado à lesão e de acordo com a condição geral do indivíduo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr class="wp-block-separator" />
<blockquote class="wp-block-quote"><p><strong>Nota: Este artigo é somente um artigo de opinião que se baseia na mais atual evidência científica e na experiência do autor na prática de Medicina Desportiva no acompanhamento de atletas de alta competição ao mais alto nível nos últimos anos.</strong></p></blockquote>
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		<title>Aplicação de Ortobiológicos para o tratamento da Artrose</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sergio.lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Nov 2021 10:11:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artrose]]></category>
		<category><![CDATA[osteoartrose]]></category>
		<category><![CDATA[Plasma Rico em Plaquetas (PRP)]]></category>
		<category><![CDATA[PRP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A osteoartrose é uma doença que se caracteriza por uma perda progressiva da cartilagem articular, sendo extremamente frequente e incapacitante dependendo do grau de atingimento da articulação e de um conjunto de fatores intrínsecos/extrínsecos do indivíduo. Apesar das várias estratégias que temos ao nosso dispor para o seu combate e atraso na progressão, muitas vezes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A osteoartrose é uma doença que se caracteriza por uma perda progressiva da cartilagem articular, sendo extremamente frequente e incapacitante dependendo do grau de atingimento da articulação e de um conjunto de fatores intrínsecos/extrínsecos do indivíduo. Apesar das várias estratégias que temos ao nosso dispor para o seu combate e atraso na progressão, muitas vezes a substituição da articulação (Artroplastia) é o tratamento final. Felizmente, temos hoje em dia, ao nosso dispor, um conjunto de técnicas e tratamentos minimamente invasivos aplicados no interior da articulação1 em causa que procuram atrasar e/ou mesmo impedir a colocação de uma prótese. As articulações que mais beneficiam com este tipo de tratamentos são o ombro, a anca, o joelho e a tibiotársica.</p>
<p>Dentro destes tratamentos a aplicação intra-articular de produtos ortobiológicos tem ganho interesse pela sua fácil disponibilidade e aplicabilidade, pelo efeito promissor na melhoria da sintomatologia, regeneração de tecidos e atraso na progressão da doença. Este tipo de abordagem permite aproveitar as altas concentrações de fatores de crescimento (Plasma Rico Plasma – PRP), moléculas bioativas derivadas do sangue da própria pessoa, bem como a presença de células mesenquimatosas imaturas com capacidade de diferenciação e que se transformam em novas células maduras com capacidade para regeneração de tecidos.</p>
<p>Dentro das várias alternativas existentes atualmente destacamos:</p>
<p>• <strong>Plasma Rico em Plaquetas (PRP)</strong>: procedimento relativamente simples que consiste na retirada de sangue venoso do doente a tratar, posteriormente centrifugado com separação das várias camadas do sangue e aplicação na articulação a tratar da camada de plasma rico em plaquetas. Permite uma melhoria da dor e da limitação funcional com poucos ou nenhuns efeitos secundários. Destacamos a sua fácil aplicabilidade com o seu efeito potenciado concomitante com Ácido Hialurónico. Podem ser administrados em toma única ou várias tomas dependendo da condição clínica do doente.<br />
• <strong>Concentrado de Aspirado de Medula Óssea (BMAC):</strong> procedimento mais complexo que exige a utilização de Bloco operatório com retirada de medula óssea da crista ilíaca (sob anestesia locoregional) com posterior centrifugação e aplicação na articulação do concentrado de medula óssea. Resultados promissores no alívio da dor e limitação funcional.<br />
• <strong>Concentrado derivado do tecido adiposo:</strong> procedimento que também exige uso de Bloco operatório para retirada de tecido adiposo (geralmente da região abdominal) com posterior centrifugação e aplicação dos fatores de crescimento e citoquinas na articulação .</p>
<p>De referir que a orientação terapêutica da osteoartrose representa um desafio para os Clínicos, representando a aplicação dos Ortobiológicos um fator chave devido ao seu potencial na modulação do ambiente intra-articular.</p>
<p>Como já é deveras sabido, todo e qualquer processo de reabilitação deve ser acompanhado por um programa de reforço muscular adaptado à condição do doente com progressões baseadas em critérios e funcionais e que representa o fator fundamental na melhoria clínica e funcional do indivíduo.</p>
<p><strong>Atenção:</strong> Claro que, como para todas as estratégias de tratamento, cada situação tem de ser avaliada de maneira individual e adaptada a cada indivíduo, avaliando o risco/benefício de cada intervenção e que pode ser modificada ao longo do curso do tratamento.</p>
<hr class="wp-block-separator" />
<blockquote class="wp-block-quote"><p><strong>Nota: Este artigo é somente um artigo de opinião que se baseia na mais atual evidência científica e na experiência do autor na prática de Medicina Desportiva no acompanhamento de atletas de alta competição ao mais alto nível nos últimos anos.</strong></p></blockquote>
<p>O conteúdo <a href="https://www.nunoloureiro.pt/aplicacao-de-ortobiologicos-para-o-tratamento-da-artrose/">Aplicação de Ortobiológicos para o tratamento da Artrose</a> aparece primeiro em <a href="https://www.nunoloureiro.pt">Nuno Loureiro | Medicina Desportiva | Lisboa, Porto e Seia</a>.</p>
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